Objetivos: Apresentar os principais conceitos e os aspectos mais relevantes para projeto e avaliação de desempenho de Sistemas Instrumentados de Segurança, de modo a contribuir para que, ao final, o participante saiba contextualizar e discutir tecnicamente o tema dentro da sua realidade profissional.

Público-Alvo: Profissionais envolvidos em atividades de projeto, implantação e acompanhamento operacional de sistemas de controle e intertravamento de plantas industriais; Profissionais envolvidos em operação, manutenção, segurança ou fiscalização de plantas industriais; Profissionais das áreas de processamento, segurança de processos, confiabilidade e análise de riscos de plantas industriais.

O mercado: Os sistemas instrumentados de segurança desempenham papel importante na segurança operacional de plantas industriais, sendo item de exigência legal e de regulamentação. Seu projeto e sua manutenção em conformidade com as melhores práticas internacionais racionalizam os investimentos em redução de riscos operacionais, evitam multas e podem render descontos em prêmios de seguros.

Áreas de  interesse/afinidade: Operadoras e projetistas de plantas industriais, fornecedores e instaladores de sistemas de controle e intertravamento, órgãos regulamentadores e de fiscalização (ANP, INMETRO).

Local: Rio de Janeiro
Estrutura do curso: 16 horas

6 módulos de aula expositiva com projeção de slides (12 horas)
8 videos curtos (aprox. 10’ cada) com conteúdo didático e ilustrativo (2 horas)
1 exercício de aplicação utilizando planilha de cálculo Excel (1 hora)
Avaliação objetiva (1 hora)

Programa Técnico:
– Descrição técnica do programa a ser ministrado – tópicos.
– Sistema Instrumentado de Segurança (SIS)
– Separação entre o SIS e o Sistema de Controle de Processo (BPCS)
– Camadas de proteção
– Função Instrumentada de Segurança (SIF)
– Falha Aparente x Falha Oculta
– Falha sob Demanda x Trip Espúrio
– Falha Perigosa x Falha Segura
– Energiza para Trip x Desenergiza para Trip
– Tolerância a Falha de Hardware (HFT)
– Redundância simples e Redundância diversa
– Esquemas de votação (1 de 2, 2 de 2 e 2 de 3)
– Nível de Integridade de Segurança (SIL)
– Probabilidade de Falha sob Demanda (PFD)
– Fator de Redução de Risco (RRF)
– Risco tolerável e ALARP
– SIFs que operam sob alta demanda e SIFs que operam de forma contínua
– SIL 4 e projeto inerentemente mais seguro
– Especificação dos Requisitos de Segurança (SRS) do SIS
– Taxa de trips espúrios (STR)
– Tempo de resposta de uma SIF
– Tempos de reparo e tempos logísticos
– Inibição (by-pass/override) e reativação
– Quantificação das falhas aleatórias (cálculo do SIL de uma SIF)
– Falhas aleatórias e Falhas sistemáticas
– Bases de dados de taxas de falhas
– Falhas de causa comum
– Testes funcionais
– Diagnósticos
– Testes parciais
– Segurança Funcional
– Ciclo de Vida do SIS
– Certificação

Professor: Alexandre Botelho Figueira
Empresa: Petrobras

Qualificação dos Instrutores:
Técnico em Eletrônica pelo CEFET-RJ (1987), Engenheiro Eletrônico formado pela UFRJ (1994). Entre 1996 e 2000, trabalhou na área nuclear (CERN e Central Nuclear de Angra dos Reis). Em 2001, entrou para a Engenharia da Petrobras, onde atua, desde então, na área de projeto básico e na fiscalização de projetos executivos de instrumentação e automação de unidades de operação da Petrobras. Desde 2005, integra grupos de normalização técnica no Brasil e no exterior. Functional Safety Engineer / Safety Instrumented Systems – TÜV Rheinland Group (2007). Hardware & Software Design acc. IEC 61508 – TÜV Rheinland Group (2011). Docente de cursos de Sistemas Instrumentados de Segurança na Universidade Petrobras (desde 2010) e no CCE PUC-Rio (desde 2014).